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Posts com a Tag Marvel

quarta-feira, 22 de abril de 2015 Filmes, Notícias | 23:08

Vaza lista com os cinco atores cotados para viver o novo Homem-Aranha

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Nas próximas duas ou três semanas, Marvel e Sony devem decidir quem será o intérprete do novo Homem-Aranha no cinema. O anúncio oficial deve ocorrer pouco depois disso. Já se sabia que o objetivo era um ator jovem, uma vez que o novo Aranha/Peter Parker ainda estará no colégio. Pois bem, o site The Wrap obteve a lista dos cinco atores que estão cotados para o papel. Segundo as fontes do The Wrap, nenhum dos atores foi testado ou contatado. São descritos como “fortes concorrentes” ao papel. São eles: Asa Butterfield (“A invenção de Hugo Cabret”, Ender´s game – o jogo do exterminador”), Timothee Chalamet (“Interestelar”), Tom Holland (“O impossível”), Nat Wolf (“Cidades de papel” e “A culpa é das estrelas”) e Liam James (“2012” e “O verão da minha vida”).

Butterfield (18 anos) é o mais conhecido dos cinco e já constava das apostas preliminares de novos nomes para vestir o uniforme do Aranha. A seu favor, tem o fato de já ter estrelado blockbusters como protagonista.  Tom Holland (18 anos) já provou ser bom ator e os outros só tiveram pequenas participações em filmes e séries. Nat Wolf (20 anos) deve ganhar popularidade com o vindouro “Cidades de papel”, adaptado do mesmo John Green de “A culpa é das estrelas”.

Da esquerda para a direita: Liam James, Timothee Chalamet, Tom Holland, Asa Butterfield e Nat Wolf

Da esquerda para a direita: Liam James, Timothee Chalamet, Tom Holland, Asa Butterfield e Nat Wolf
(Foto: montagem/reprodução)

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quinta-feira, 16 de abril de 2015 Análises, Bastidores | 07:00

Troca de diretoras em “Mulher-Maravilha” é mais uma rusga na disputa entre Marvel e Warner

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Patty Jenkins no set de "Monster- desejo assassino"  (Foto: divulgação)

Patty Jenkins no set de “Monster- desejo assassino”
(Foto: divulgação)

A escolha de Patty Jenkins para substituir Michelle MacLaren no comando do longa-metragem “Mulher-Maravilha” tem mais nuanças do que alcançam os olhos ou a informação de que a diretora já esteve envolvida com uma produção da Marvel, no caso “Thor – o mundo sombrio” (2013).

MacLaren, como se sabe, se retirou da produção que será protagonizada pela atriz israelense Gal Gadot e que tem estreia prevista para o dia 23 de junho de 2017, por ter diferenças criativas com a Warner. Quais diferenças são essas, como habitual nesse tipo de imbróglio, não houve esclarecimento à imprensa.

Além de ratificar, mais uma vez, que diretores com um visão artística mais sensível têm dificuldades de se ajustar às demandas de estúdios ansiosos pela grife representada por esses cineastas, mas resistentes ao compartilhamento do controle sobre suas franquias, a saída de MacLaren levantou as suspeitas de que a Warner poderia confiar a direção do filme a um homem. O que seria lido como um retrocesso no contexto em que Hollywood discute a escassez de ofertas e reconhecimento para cineastas mulheres. E aí entra o pulo do gato dessa história toda. Patty Jenkins, que fora substituída por Alan Taylor na direção de “Thor: o mundo sombrio”, substitui MacLaren no comando de “Mulher-Maravilha”.  Com a escolha, a Warner ratifica sua posição progressista na construção de seu universo cinematográfico de heróis (vale lembrar da escolha do ator Ezra Miller, bissexual assumido, para ser o Flash do cinema), e cutuca a Marvel frontalmente ao escolher para substituir uma diretora com quem teve “diferenças criativas” outra que teve diferenças criativas com a Marvel.

Não obstante, Marvel e Warner assediaram Angelina Jolie para dirigir seus filmes protagonizados por mulheres, no caso da Marvel, “Capitã Marvel”. Mesmo sem Jolie, nesse delicado jogo de xadrez pelo apreço da opinião pública, a Warner agiu rápido e conseguiu drenar a má publicidade que a saída de MacLaren pudesse gerar.

 

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quarta-feira, 8 de abril de 2015 Análises | 16:39

O mal (ainda) invisível que a Marvel fez ao cinema

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Pode parecer um sacrilégio, mas o rastro de sucesso que a Marvel deixa no cinema já amplia a crise criativa vivida pelo mainstream hollywoodiano. Há 20 anos ninguém imaginava que adaptação de HQs daria dinheiro. O primeiro “Blade” (1998) e, fundamentalmente, “X-men – o filme” (2000) mudaram essa perspectiva. A Marvel, que teve de negociar os direitos de seus personagens para o cinema para evitar a falência ainda na década de 90, olhou para seu plantel de heróis e decidiu arriscar-se no cinema.  Apostou em Robert Downey Jr. quando ninguém o fez e no pouco experimentado Jon Favreau para o primeiro “Homem de ferro” (2008) e o resto é história.

Robert Downey Jr.  em "Homem de ferro"

Robert Downey Jr. em “Homem de ferro”

Ocorre que sete anos depois de “Homem de ferro” dar o pontapé inicial na bem sucedida trajetória da Marvel no cinema, hoje a empresa faz parte do conglomerado Disney, todos os estúdios tentam, muitos entre trancos e barrancos, pôr em prática a principal assinatura da grife Marvel. Um universo para chamar de seu. Parte do marketing certeiro do estúdio ao longo dos anos foi costurar de filme em filme o seu universo que estaria, finalmente, todo desenhado com o lançamento de “Os vingadores”. Encerrada a chamada fase 1, o estúdio/editora pôs-se a expandir esse universo. Sejam com as séries de TV, “O demolidor” será lançado nesta sexta-feira (10) mundialmente via Netflix, seja no cinema, com o arrasador “Guardiões da galáxia” (2014), a Marvel não dá ponto sem nó e deixa a concorrência babando.

Leia também: Marvel anuncia os filmes que compõem sua fase 3 no cinema

Leia também: Homem-Aranha na Marvel sela acordo inédito em Hollywood. Mas e agora? 

A terceira fase da Marvel já está toda alinhada e devidamente divulgada. Não restam dúvidas de que transpor seu universo para o cinema foi a decisão correta a ser tomada. Mas o que funciona para a Marvel funciona para todo mundo? A pergunta, aparentemente banal, esconde um raciocínio capcioso.  Todos os estúdios tentam replicar a experiência bem sucedida da Marvel com o objetivo de fidelizar audiência e, dessa forma, potencializar os lucros de franquias que isoladamente correm risco maior de desgaste.

A Warner, por exemplo, tenta unificar todo o universo DC no cinema e já divulgou um calendário de estreias até 2019 para demover a desconfiança comum às produções do estúdio. Afora a trilogia do homem-morcego assinada por Christopher Nolan, todas as produções de heróis da DC, tenham sido elas boas ou não, foram alvo de muito receio por parte de público e crítica. A Disney tenta replicar em Star Wars, franquia que também faz parte do patrimônio da casa do Mickey, a experiência Marvel e já sinalizou a expansão do universo da saga criada por George Lucas. Até os Transformers entraram na brincadeira. A Paramount anunciou há poucos dias que formou uma força-tarefa para pensar em estratégias para erigir um “universo Transformers” no cinema. A Sony, antes do acordo para o Homem-Aranha integrar o universo Marvel quebrava a cabeça dos principais produtores associados à franquia para criar um universo do Aranha no cinema.

Leia também: “Guardiões da galáxia” é o 7 x 1 da Marvel no cinemão americano

É compreensível a corrida dos estúdios para rentabilizar ainda mais aquele que vem sendo o carro-chefe de Hollywood já há algum tempo: as adaptações de HQs. É, também, um movimento para contornar um desgaste que já pode ser sentido. As bilheterias de todos os filmes baseados em quadrinhos fora do universo Marvel encolheram. Os últimos filmes de Superman, Homem-Aranha e Sin city atestam esta decadência.

Cena de "Os vingadores: a era de Ultron", candidato fortíssimo a maior bilheteria do ano (Fotos: divulgação)

Cena de “Os vingadores: a era de Ultron”, candidato fortíssimo a maior bilheteria do ano
(Fotos: divulgação)

O perigo de seguir o modelo da Marvel reside no fato de se engessar ainda mais as engrenagens hollywoodianas ao concentrar energia e dinheiro em um conceito rarefeito. Explica-se: a Marvel já detinha um universo coeso e interligado e confiou a pessoas totalmente vinculadas a ele a missão de transpô-lo para o cinema. E o plano sempre foi esse. Desde o início da jornada. Os demais estúdios estão apenas tentando tapar o sol com a peneira. A grande ironia disso tudo é que a Marvel, como último case de sucesso entre os grandes estúdios de cinema e com toda a sua comprovada originalidade, pode deflagrar a mais longa, duradoura e monótona crise criativa do cinema mainstream americano. Quem viver verá!

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015 Análises, Notícias | 15:21

Homem-Aranha na Marvel sela acordo inédito em Hollywood. Mas e agora?

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Foto: montagem sobre divulgação

Foto: montagem sobre divulgação

 

Depois de muita boataria, a confirmação. O Homem-Aranha integrará o universo Marvel no cinema. Trata-se de um acordo sem precedentes na história de Hollywood este que abaliza a migração do herói aracnídeo para o universo cinematográfico da Marvel, que tal como nos quadrinhos, é todo coeso e interligado, outro feito ímpar no cinema.

O acordo que já vinha sendo costurado há alguns meses mantém o controle total do personagem com a Sony Pictures, que adquiriu os direitos em 1999 pela bagatela de U$ 7 milhões. Na prática, com a entrada de Kevin Feige, grande cérebro da Marvel, como grande produtor do novo filme do Aranha, o controle criativo fica com a Marvel, o que é boa notícia para os fãs e para a Sony que parecia perdida com os rumos do personagem. Amy Pascal, que renunciou à presidência do estúdio há poucos dias, será coprodutora junto com Feige. É uma forma de devolver prestigio a executiva que teve sua imagem bem arranhada durante o escândalo dos vazamentos de e-mails e documentos da Sony.

A primeira aparição do aracnídeo em um filme Marvel deve ser em “Capitão América: Guerra civil”. Na série de HQs que inspira o filme, o personagem tem papel central. O primeiro filme solo do herói fruto da parceria entre Sony e Marvel será lançado em 28 de julho de 2017, o que provocará alterações em todo o calendário de lançamentos da Marvel na janela entre 2017 e 2019. Filmes como “Thor: Ragnarok” deixa a data de 28 de julho e será lançado em 3 de novembro de 2017. “Pantera negra” vai para 6 de julho de 2018; “Capitã Marvel” vai para 2 de novembro de 2018; e “Inumanos” tem o lançamento transferido para 12 de julho de 2019. “Os vingadores: guerra do infinito partes 1 e 2 permanecem previstos para maio de 2018 e 2019, respectivamente. O Homem-Aranha deve dar as caras nesses dois filmes também.

Andrew Garfield, que foi a melhor coisa dessa reimaginação do Aranha, não deve voltar. Ele e Marc Webb, o diretor responsável pela nova trilogia que jamais se concretizará, não fizeram parte deste bombástico anúncio, o que indica que não fazem parte dos planos. O que faz sentido. Casa nova, vida nova.

A Marvel não deve investir em um novo filme de origem. Afinal, ninguém aguenta mais um filme de origem do Aranha. Os planos da Sony, que já articulava um quarto filme, sem Webb na direção, uma aventura solo do Venon e uma produção reunindo o sexteto sinistro devem ser definitivamente arquivados. Eram todos reflexos de como o estúdio não tinha a menor ideia de explorar sua principal mina de ouro. A franquia, que resultou em cinco filmes ao longo de 12 anos, é a principal do portfólio do estúdio. São quase U$  4 bilhões arrecadados mundialmente nas bilheterias.

O reboot irregular, frustrante para os fãs e decepcionante para os cofres do estúdio, acabou abrindo caminho para o acordo com a Marvel. Os detalhes deste acordo ainda são desconhecidos, mas é razoável supor que a Sony terá uma porcentagem do faturamento dos filmes da Marvel em que o Aranha aparecer. Já os lucros dos filmes solo do Aranha, a despeito do envolvimento da Marvel, devem  permanecer integralmente com a Sony. Mas aí voltamos à esfera da boataria.  Acordos sobre personagens fluindo de um universo para outro poderiam ser feitos eventualmente para filmes no futuro. O mundo de possibilidades que se abre é vultoso.  E a primeira pergunta é: quem será o novo Homem-Aranha? Façam suas apostas!

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quarta-feira, 12 de novembro de 2014 Bastidores, Notícias | 20:14

Mel Gibson confirma que está no páreo para dirigir “Homem de ferro 4”

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Foto: Getty

Foto: Getty

Robert Downey Jr. impôs as condições à Marvel. Ele volta para fazer o quarto “Homem de ferro” se Mel Gibson dirigir. Reparem que o quarto “Homem de ferro” não figura entre os nove filmes anunciados pelo estúdio até 2019. Isso quer dizer que um novo filme do vingador dourado só depois de “Os vingadores 4”? Não necessariamente. Principalmente se depender da influência de Downey Jr. em Hollywood e da disposição de Mel Gibson em dirigir “Homem de ferro 4”. Ademais, não haveria porque definir agora o diretor de um filme com lançamento para 2020, ainda mais com o vendaval midiático que a escolha de Gibson poderia significar. Tudo leva a crer que “Homem de ferro 4” poderia ser encaixado nesta já concorrida agenda de lançamentos da Marvel.

O ator e diretor admitiu em recente entrevista, que pode ser conferida em inglês no vídeo abaixo disponibilizado pelo “Daily Mail”, que está interessado em dirigir a produção. “Claro que eu topo. Sabe, eu sou muito bom em dirigir filmes. Até já ganhei algumas estatuetas”, disse Gibson fazendo referência ao Oscar e outros prêmios conquistados por “Coração Valente” (1995).

Robert Downey Jr. tem tentado convencer a Marvel a dar o filme para Gibson, de quem é amigo pessoal, dirigir. O estúdio, que foi decisivo na realocação da carreira de Downey Jr., está reticente quanto a conceder uma segunda chance a Gibson que amarga um doloroso ostracismo em Hollywood em virtude das reiteradas polêmicas que viveu com religião, ex-mulheres e alcoolismo.

De certa maneira, Gibson abordar tão publica e confortavelmente a questão dessa maneira significa que se já não há uma definição favorável a ele, ela está muito próxima de acontecer. A Marvel ainda não se pronunciou a respeito, mas Robert Downey Jr. não é o astro mais poderoso de Hollywood à toa, não é mesmo?

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terça-feira, 28 de outubro de 2014 Curiosidades, Notícias | 19:48

Marvel anuncia os filmes que compõem sua fase 3 no cinema

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Uma das principais estratégias de uma guerra como a que Marvel e DC travam atualmente no cinema é segmentar o anúncio de suas próximas atrações e fazer destes anúncios, eventos em si. Nesse sentido, a Marvel dá de lavada na DC, no cinema representada pelo estúdio Warner Brothers. Exemplo foi dado na tarde desta terça-feira quando o estúdio reuniu um punhado de suas estrelas, entre elas o diretor Joss Whedon e os atores Robert Downey Jr. e Chris Evans, para anunciar os nomes dos próximos filmes do estúdio que integrarão a chamada fase 3. Tudo começa, conforme já antecipado, no terceiro Capitão América, agora oficialmente batizado “Capitão América: guerra civil”.

Civil war

Vingadores 11

Pantera negra

“Doutor estranho” foi agendado para novembro de 2016. Para 2017 estão reservados três filmes. A sequência de “Guardiões da galáxia”, “Thor 3: ragnarok”, em que o Deus do trovão enfrentará um clone criado por Tony Stark, e “Pantera negra”. O protagonista será interpretado pelo ator Chadwick Boseman do filme “42 – a história de uma lenda”. Aqui, ao apresentar  o primeiro super-herói afro-americano protagonista do próprio filme, a Marvel dá uma resposta à altura a  Warner  que saiu na frente ao apresentar há algumas semanas o primeiro filme estrelado por uma super-heroína.

Para 2018, a Marvel prepara “Inumanos” e “Capitã Marvel”, primeiro filme do estúdio com uma super-heroína. O filme está marcado para ser lançado um ano após a estreia de “Mulher-Maravilha” pela Warner/DC. Por seu turno, a Warner busca uma mulher para dirigir “Mulher-Maravilha”, o que resultaria no primeiro filme de super-herói dirigido por uma mulher.

Ainda em 2018, mais especificamente em maio, teremos a primeira parte de “Guerra infinita”, saga que se dividirá em dois filmes; com o segundo programado para maio de 2019.  Thanos (Josh Brolin) deve ser o grande vilão desses filmes que, sim, serão “Os vingadores 3 e 4”.

O presidente do Marvel Studios, Kevin Feige, disse ainda que Benedict Cumberbatch ainda não está confirmado como Doutor Estranho, “mas está muito próximo disso”. Ele disse, também, que filmes solos do Hulk e da Viúva Negra estão sendo considerados e que a versão cinematográfica da “Guerra civil” não será sobre o registro da identidade, mas sobre a regulamentação dos heróis. Se devem ou não responder ao governo americano. Some-se a isso o anúncio de que o desfecho de “Os vingadores: a era de Ultron” irá promover a desintegração da equipe como nós a conhecemos e a ansiedade pelos novos projetos da Marvel está devidamente engatilhada.

Fotos: divulgação e reprodução/twitter

Fotos: divulgação e reprodução/twitter

Chris Evans, Chadwick Boseman e Robert Downey Jr.

Chris Evans, Chadwick Boseman e Robert Downey Jr.

 

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segunda-feira, 27 de outubro de 2014 Notícias | 18:42

Benedict Cumberbatch é escolhido para viver o Doutor Estranho no cinema

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Foto: montagem sobre reprodução

Foto: montagem sobre reprodução

Ainda não é estritamente oficial, mas já está tudo encaminhado. Depois de ser um dos atores mais cotados para o papel, e um dos favoritos dos fãs do personagem da Marvel, Benedict Cumberbatch voltou à roda de negociações com o estúdio depois da desistência de Joaquin Phoenix em assumir o papel do Doutor Estranho. O ator, segundo reporta o Hollywood Reporter, havia abandonado as negociações antes por conflitos de agenda – afinal a Marvel lançaria o filme em 2016. Futuro do pretérito. Isso mesmo. A Marvel recuou dessa predisposição em ordem de ter um ator suficientemente talentoso e calejado para o papel. Além do fato de Cumberbatch ser, ele mesmo, um ícone nerd.

Cenas de sexo são desnecessárias para atestar homossexualidade, diz Benedict Cumberbatch

Cotado para o Oscar do próximo ano pelo papel do matemático gay que decodificou muitos códigos nazistas de “The imitation game”, o ator tem agenda cheia e agora que entra para a família Marvel deve passar a ter a agenda ainda mais cheia. Além da série “Sherlock”, ele tem cinco filmes para lançar até 2016 e algumas peças a encenar em palcos londrinos.

Outros atores ventilados para assumir o personagem foram Keanu Reeves, Ethan Hawke, Tom Hardy, Ryan Gosling e Justin Thearoux.

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quarta-feira, 22 de outubro de 2014 Notícias | 22:56

Confira o primeiro trailer de “Os vingadores 2: a era de Ultron”

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Vem mais destruição por aí! Depois de vazar online no início da noite desta quarta-feira (22), a Marvel divulgou em alta definição o trailer da nova aventura de seu poderoso grupo de heróis e Ultron, vivido pelo ótimo ator James Spader, promete ser daqueles vilões que vão dar trabalho.  Vale lembrar que o filme chega aos cinemas brasileiros no fim de abril de 2015.

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segunda-feira, 20 de outubro de 2014 Análises | 15:58

A guerra entre Marvel e DC atinge nível inédito no cinema, mas e o espectador nessa história toda?

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A semana passada foi agitada para os fãs de quadrinhos, cinéfilos e para quem gosta de super-heróis. Primeiro foi a Marvel que anunciou que Robert Downey Jr., pelo valor de U$ 40 milhões, estará no elenco de “Capitão América 3” que introduzirá a saga “Guerra civil”, um dos grandes êxitos editoriais recentes da Marvel em seu universo cinematográfico. O plano, ambicioso e empolgante, é um passo além no conceito de universo cinematográfico, no qual a Marvel é precursora. A Warner, que detém os direitos sobre todos os personagens da rival da Marvel nos quadrinhos, a DC Comics, deu nome aos bois, ou melhor aos projetos, que pretende levar ao cinema até 2020. A coesão deste universo DC no cinema ainda não está exatamente clara, mas neste momento não é exatamente uma preocupação. O que importa é não perder a Marvel de vista. Por isso, a DC confirmou dez filmes para o período entre 2016 e 2020.

A Marvel também tem dez filmes confirmados, ainda que nem todos os projetos estejam devidamente nomeados, entre 2015 e 2019. O calendário com as estreias de ambos os estúdios pode ser conferido mais abaixo.

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Cena da sequência de “Os vingadores”, programada para 2015
(Fotos: divulgação)

Filmes programados pela Warner/DC

2016

“Batman v Superman: alvorecer da Justiça”

“Esquadrão suicida”

2017

“Mulher-Maravilha”

“Liga da Justiça”

2018

“The Flash”

“Aquaman”

2019

“Shazan”

“Liga da Justiça 2”

2020

“Ciborgue”

“Lanterna verde”

Filmes programados pela Disney/Marvel

2015

“Os Vingadores – a era de Ultron”

“Homem-Formiga”

2016

“Capitão América 3”

Filme desconhecido (provavelmente Dr. Estranho)

2017

Filme desconhecido

Filme desconhecido (provavelmente “Os guardiões da Galáxia 2”)

2018

Filme desconhecido (provavelmente Os Vingadores 3)

Filme desconhecido

2019

Filme desconhecido

Gal Gadot como a Mulher-Maravilha: a primeira super-heroína a ter um filme  para chamar de seu

Gal Gadot como a Mulher-Maravilha: a primeira super-heroína a ter um filme para chamar de seu

Se a Marvel ainda não confirmou todos os filmes que lançará até 2019, apenas que esses filmes serão lançados, a Warner já distribuiu sua janela de lançamentos e fez alguns anúncios interessantes. Um diz respeito sobre o reboot de “Lanterna verde”, justamente o último filme desta janela, programado para 2020. A ideia é fazer algo capaz de apagar a péssima impressão deixada pelo filme de 2011 protagonizado por Ryan Reynolds. Outro é de que em 2017 haverá um filme solo da Mulher-Maravilha e aí, configura-se uma vitória sobre a Marvel, que ensaia há anos um filme solo de uma heroína (um filme da Viúva negra, por exemplo, é constantemente aventado) e não avança na matéria. A personagem será introduzida no aguardado “Batman v Superman: alvorecer da Justiça”.

Outra nota relevante foi a escalação do ótimo ator Ezra Miller para viver o personagem Flash no cinema. Miller assumiu sua bissexualidade há dois anos e é no mínimo corajoso, em uma indústria ensimesmada com a reação do público, entregar um personagem de tamanha visibilidade a um ator que expõe sua orientação sexual sem cerimônias.

Jason Momoa, de "Game of Thrones" entra para o universo DC e será o protagonista de "Aquaman"

Jason Momoa, de “Game of Thrones” entra para o universo DC e será o protagonista de “Aquaman”

São miudezas que garantem ao duo Warner/DC uma visibilidade diferenciada na mídia especializada, ainda que não produza o mesmo grau de ansiedade que o anúncio da Marvel. Isso porque, afora a trilogia do cavaleiro das Trevas assinada por Christopher Nolan, a Warner ainda não conseguiu dar provas de que reúne condições de estabelecer um universo coeso no cinema com os personagens DC. A Marvel, por seu turno, já está bem experimentada na questão. Enquanto se prepara para lançar o que chama de “fase 3” no cinema, o estúdio ajusta um plano ainda mais ambicioso. Na “Guerra civil”, que deve repercutir por todos os filmes Marvel de 2016 até 2019, justamente esses ainda não especificados, o Tony Stark de Robert Downey Jr. aproxima-se perigosamente da carapuça de vilão e essa flexibilidade, ainda que bem digerida pelo leitor de HQ, ainda não foi experimentada pelo fã da Marvel proveniente do cinema. É uma aposta de um estúdio com um plano sólido para expandir sua influência multimidiática à medida que consolida o cinema como o eixo central desse plano.

É inegável, em certa perspectiva, que os filmes de super-heróis têm demonstrado certo esgotamento. No entanto, a guerra declarada nesta semana entre Warner/DC e Marvel deve revitalizar o filão que já se encontrava no piloto automático acionado por executivos pouco familiarizados com a mitologia desses personagens e interessados apenas nas bilheterias.

Sob essa perspectiva, mais do que a Marvel e a Warner/DC, ganham os fãs que poderão acompanhar de camarote alguns de seus sonhos de criança, e outros de marmanjo, ganhando vida na tela grande.

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segunda-feira, 13 de outubro de 2014 Bastidores, Notícias | 22:55

Robert Downey Jr. assina para estrelar “Capitão América 3” em nova fase da Marvel no cinema

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

O ator Robert Downey Jr., que ainda negocia com a Marvel para retornar à franquia do Homem de Ferro, assinou para atuar em “Capitão América 3”, que tem lançamento previsto para março de 2016. O filme, segundo contou a Variety o presidente do estúdio Marvel, Kevin Feige, irá introduzir  a saga “Guerra civil”, um dos últimos acertos da Marvel nos quadrinhos, em seu universo cinematográfico.

Na trama, o governo americano quer aprovar uma lei em que todo o ser humano com habilidades especiais, ou super poderes, terá que revelar sua identidade secreta e concordar em agir como força policial subordinada ao Estado. Denominada de Ato de Registro de Super-Heróis, o projeto de lei ganha o apoio de Tony Stark (Downey Jr.) e é contestado por Steve Rogers (Chris Evans), que enxerga no projeto o cerceamento de liberdades civis. O tema deve reverberar por filmes como “Dr. Estranho” e “Homem-formiga” e chegar ao seu clímax no quarto filme dos Vingadores.

Mais detalhes devem ser revelados nos próximos dias, mas é seguro dizer que com o desenho do momento e o plot de “Guerra civil”, a Marvel alinha Tony Stark como o vilão do terceiro filme do Capitão América, o que não deixa de ser um choque; e extremamente interessante.

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